Google Drive ou OneDrive já são backup?
Não por si só. Esses serviços são de sincronização: se um arquivo é apagado, corrompido ou criptografado por um vírus na máquina, a alteração se propaga para a nuvem. Eles ajudam quando o versionamento e a lixeira estão configurados e conhecidos, mas continuam sendo uma camada, não o backup completo.
Quantas cópias a empresa deve ter?
A prática mais aceita é manter pelo menos duas cópias além do original, em mídias ou serviços diferentes, e uma delas fora do ambiente físico da empresa. Adaptamos essa regra ao volume, aa verba disponível para infraestrutura e à criticidade dos arquivos.
O backup precisa ficar fora da empresa?
Uma das cópias sim. Incêndio, furto, dano elétrico e infecção que se espalha pela rede atingem tudo que está no mesmo local e conectado. A cópia externa é justamente o que sobra quando o pior acontece no endereço.
Como saber se a restauração funciona?
Testando. Selecionamos uma amostra representativa, restauramos em local separado e conferimos se os arquivos abrem íntegros. Backup nunca testado é apenas uma suposição, e é assim que a maioria das empresas descobre o problema no pior momento.
Backup protege contra ransomware?
Ajuda, e é a defesa mais efetiva na prática, desde que exista cópia desconectada ou com versionamento que o ataque não consiga alterar. Cópia permanentemente conectada à mesma rede pode ser criptografada junto. Não prometemos proteção absoluta contra ataque.
Quem deve ter acesso?
O menor número possível de pessoas, com responsável nomeado e substituto definido. Acesso amplo à rotina de cópia aumenta o risco de exclusão acidental e de exposição de dados sensíveis.
O serviço inclui armazenamento?
Não. Discos, dispositivos e planos de nuvem são contratados pela empresa. Indicamos o que é compatível com o volume e o uso, e configuramos a rotina sobre o recurso escolhido, sem oferecer armazenamento ilimitado.
Vocês garantem que os arquivos sempre voltam?
Não. Backup reduz o risco de perda, mas nenhuma rotina elimina totalmente a possibilidade de falha. Quando o arquivo já foi perdido e não existe cópia, o caminho é a avaliação de recuperação de dados, que também não tem resultado assegurado.
Backup atende às exigências da LGPD?
Backup é uma das medidas técnicas que apoiam a proteção de dados, mas conformidade não é automática: depende de políticas internas, base legal, controle de acesso e tratamento adequado dos dados pessoais pela própria empresa. Não emitimos declaração de conformidade.
Com que frequência a cópia deve ser feita?
Pela pergunta inversa: quanto trabalho a empresa aceita refazer. Se refazer um dia inteiro é inviável, a rotina precisa ser diária ou mais frequente. Definimos frequência e retenção junto com você, em vez de aplicar um padrão único.
Sincronização em nuvem já é backup?
Não por si só. Sincronização replica a alteração: se o arquivo é apagado, corrompido ou criptografado em uma máquina, a mudança viaja para a nuvem. Só vira proteção real quando existe versionamento com histórico suficiente, retenção definida e uma cópia que não seja alcançável pela mesma sessão do usuário.
Com backup, ransomware deixa de ser um problema?
Deixa de ser perda definitiva, o que já é a diferença entre parar um dia e parar semanas. Ainda restam a indisponibilidade durante a restauração, a limpeza dos equipamentos afetados e a apuração de que dado foi exposto. Por isso a cópia é planejada para não ser alcançada pelo mesmo acesso comprometido.